Copa de 2026 deve impulsionar o turismo internacional
O planejamento de viagens internacionais ganha relevância com a aproximação da Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá. Segundo estudos, o torneio pode gerar cerca de US$ 4,3 bilhões em gastos turísticos.
Além disso, os Estados Unidos devem concentrar a maior parte desse impacto, com cerca de 85% dos gastos previstos e 84% do público esperado. Na prática, isso reforça o peso do mercado norte-americano na movimentação turística durante o Mundial.
A hotelaria deve ser um dos setores mais pressionados. Nesse cenário, o levantamento aponta que o segmento pode concentrar mais de US$ 3,6 bilhões em faturamento, o equivalente a mais de 80% do impacto econômico previsto.
Com isso, destinos como Nova York, Miami e Cidade do México já aparecem com alta relevante nas tarifas. Por isso, viagens para esses mercados devem ser avaliadas com antecedência, mesmo quando não estiverem diretamente ligadas ao evento.
Para empresas e viajantes, o impacto está na disponibilidade. Afinal, com maior procura por voos, hospedagens e serviços locais, agendas internacionais podem exigir mais flexibilidade, margens de conexão mais seguras e políticas claras de remarcação.
Diante disso, acompanhar o calendário do Mundial passa a ser uma etapa importante do planejamento de viagens. Além disso, é recomendável avaliar cidades-sede, conexões, períodos de maior demanda e alternativas de hospedagem antes da emissão.
Fontes: Panrotas/ Brasilturis
Turismo de negócios cresce e
amplia demanda por gestão estratégica

Crescimento do setor reforça a necessidade de planejamento, controle de custos e políticas corporativas mais estruturadas
O turismo de negócios segue em crescimento no Brasil. Em março, o segmento alcançou faturamento de R$ 1,47 bilhão, alta de 31% em relação ao mesmo período de 2025, segundo dados da Abracorp citados pelo Correio dos Municípios.
Além disso, o resultado também foi positivo no acumulado do primeiro trimestre. Entre janeiro e março, o faturamento chegou a R$ 3,57 bilhões, avanço de 12% na comparação anual.
Com isso, as viagens corporativas seguem ganhando relevância dentro da dinâmica do turismo nacional. No entanto, esse avanço também exige mais controle sobre custos, reservas, políticas internas e aprovações.
O transporte aéreo teve papel central nesse desempenho. Além disso, a hotelaria também avançou no período, reforçando o impacto das viagens de negócios em diferentes cadeias do setor.
Na prática, esse cenário mostra que o crescimento da demanda corporativa precisa ser acompanhado por uma gestão mais estruturada. Por isso, empresas que planejam com antecedência tendem a reduzir decisões emergenciais e ampliar a previsibilidade.
Dessa forma, a gestão de viagens deixa de ser apenas uma rotina administrativa. Ela passa a apoiar a estratégia da empresa, conectando controle financeiro, experiência do viajante e eficiência operacional.
A Maringá Turismo acompanha os movimentos do mercado para apoiar empresas e viajantes com informação, suporte consultivo e soluções voltadas à previsibilidade. Assim, cada deslocamento pode ser planejado com mais segurança, eficiência e controle.
Fonte: Turismo & Eventos